oil & Gas

Impulsionando a Excelência Operacional e a Gestão de Ativos na Produção de Óleo e Gás

Neste case, apresentamos como a BIP apoiou uma grande operação de óleo e gás na estruturação de um programa integrado de excelência operacional e gestão de ativos, com foco em eficiência produtiva, governança e geração sustentável de valor.

+200

Novas tecnologias
mapeadas pelo programa.

+1%

 Aumento na eficiência de produção no último ano.

+30

Portfólio com mais de 30 iniciativas estruturadas nos últimos 3 anos.
CONTEXTO DE MERCADO

A indústria de óleo e gás convive com ciclos de volatilidade no preço do Brent, aumento de exigências regulatórias e crescente complexidade operacional, especialmente em operações offshore de grande escala. 

Nesse ambiente, eficiência de produção e gestão de ativos deixam de ser iniciativas pontuais e passam a ser estruturantes para sustentar resultados. Não se trata apenas de reduzir custos, mas de preservar valor ao longo do ciclo de vida dos ativos, garantir integridade operacional e manter previsibilidade de produção. 

Empresas com múltiplas unidades offshore precisam orquestrar estratégia, tecnologia, governança e execução no mesmo ritmo. 

O DESAFIO:

Ineficiência estrutural

Os sintomas eram claros: ausência de visão integrada de portfólio, dificuldades de priorização e barreiras para capturar ganhos estruturais de eficiência de forma consistente. O cliente enfrentava desafios relevantes em diferentes frentes: 

  • Melhorar a eficiência operacional sem comprometer o valor dos ativos 
  • Identificar e tratar ofensores de eficiência na produção de óleo e na injeção de água 
  • Alto volume de bugs e retrabalho
  • Gerenciar a integridade dos ativos ao longo do ciclo de vida 
  • Atender requisitos regulatórios crescentes 
  • Aumentar produtividade das atividades offshore, otimizando o uso das equipes embarcadas 
  • Reduzir riscos operacionais em um ambiente com múltiplas unidades interdependentes 
O DIAGNÓSTICO BIP:

O que estava impedindo o crescimento

A análise indicou a necessidade de estruturar um Programa de Excelência Operacional com foco inicial em eficiência produtiva e gestão de ativos, mas com visão de longo prazo e alinhamento direto à estratégia corporativa.

A BIP organizou sua atuação em frentes complementares: 

  • Definição da estratégia do programa, conectando metas operacionais ao plano estratégico 
  • Tecnologia e análise de dados para identificação estruturada de ofensores 
  • Gestão Lean de Portfólio com priorização orientada a geração de valor 
  • PMO híbrido/ágil para garantir disciplina na execução 
  • Estruturação de processos e governança 
  • Gestão da mudança para engajamento efetivo das áreas operacionais 

Mais do que estruturar iniciativas, foi necessário estabelecer um modelo de governança capaz de sustentar resultados ao longo do tempo.

A RESPOSTA BIP:

Programa Integrado de Excelência Operacional

O Programa foi desenhado para aumentar eficiência operacional sem destruir valor — princípio essencial em ambientes de produção de alta intensidade de capital. 

O escopo contemplou unidades offshore e onshore integradas em uma operação de larga escala, com múltiplos ativos interdependentes.

1) Estratégia do programa:

Alinhamento dos direcionadores do programa ao plano estratégico do cliente, com definição de metas claras, modelo de governança estruturado e visibilidade executivo contínua.

2) Diagnóstico Baseado em Dados e Experiência:

Análise aprofundada de dados operacionais combinada com conhecimento técnico de O&G e ciência de dados para identificar ofensores prioritários de eficiência.

Além da análise quantitativa, foram realizadas escutas estruturadas com equipes offshore e onshore para validar hipóteses e assegurar aderência à realidade operacional. 

3) Gestão Lean de Portfólio:

Com base nos ofensores priorizados, especialistas do cliente estruturaram um portfólio enxuto, orientado a impacto mensurável e captura disciplinada de valor.

4) PMO – Gestão de Programas e Projetos Híbridos/Ágeis :

 Estruturação do ciclo de vida do programa, incluindo: 

    • Gestão ativa de riscos
    • Monitoramento de OKRs e KPIs
    • Análises de EVA (Economic Value Added)
    • Ferramentas estruturadas de gestão de benefícios
    • Suporte à liderança executiva
    • Coordenação da governança integrada

A disciplina de execução foi determinante para converter estratégia em resultado.​​ 

5) Gestão de Mudança e Comunicação:

Aplicação estruturada de Gestão da Mudança Organizacional para garantir adesão das equipes – da liderança às frentes operacionais.

Foram conduzidos: 

  • Mapeamento e análise de stakeholders
  • Planos de comunicação direcionados
  • Ações de engajamento e disseminação do programa
  • Rituais de acompanhamento e reconhecimento
6) Suporte Estratégico Específico da Indústria:

Especialistas em óleo e gás atuaram de forma contínua na evolução do programa, apoiando decisões estratégicas e ajustes necessários ao longo do ciclo. ​​

RESULTADOS CONCRETOS:

Os números da transformação

Com três anos de execução estruturada, os resultados foram consistentes e mensuráveis: 

+200

Novas tecnologias
mapeadas pelo programa.

+1%

 Aumento na eficiência de produção no último ano.

+30

Portfólio com mais de 30 iniciativas estruturadas nos últimos 3 anos.
+Eficiência produtiva, governança e geração sustentável de valor

Mesmo variações percentuais aparentemente pequenas, em operações dessa escala, representam impacto financeiro relevante e recorrente, além de maior previsibilidade operacional. 

Por que a abordagem da BIP funcionou?

O diferencial esteve na integração entre estratégia, dados, execução e pessoas. 

Ao combinar diagnóstico orientado por dados, priorização estruturada de portfólio, governança disciplinada e gestão ativa da mudança, o programa deixou de ser um conjunto de iniciativas isoladas e passou a operar como uma agenda estruturada de geração de valor. 

O que líderes do setor podem aprender com este case?

Agilidade não é apenas sobre metodologias — é sobre cultura, colaboração e alinhamento com o cliente final. Programas de excelência operacional em O&G exigem mais do que iniciativas técnicas. Eles demandam: 

  • Clareza estratégica
  • Governança estruturada
  • Cultura orientada a dados 
  • Disciplina de execução 
  • Engajamento das operações 

A captura consistente de ganhos de eficiência e geração de valor econômico depende da integração entre essas dimensões. 

Fale com nossos
especialistas:

Nossa equipe integra estratégia, tecnologia e execução para estruturar programas de alto impacto em ambientes complexos de óleo e gás. Se eficiência operacional e gestão de ativos estão na sua agenda estratégica, fale com nossos especialistas e entenda como podemos te ajudar.

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